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Cidade de Belo Horizonte - MG.

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Cidade de  Belo Horizonte - Minas Gerais

Qualidade de vida, qualidade nos negócios

Uma cidade imaginada e tecida em meio às suaves montanhas centrais de Minas Gerais. A importação de projetos arquitetônicos franceses na virada para o séc.XX, somada à modernidade de Niemeyer da década de 1940, marcaram o nascimento de uma nova concepção urbanística no Brasil. Jovial e tradicional, aristocrática e popular, clássica e moderna... Assim é a capital, cuja qualidade de vida é exemplo reconhecido inclusive pela ONU.

Praça Sete, no centro da cidade

Praça do Papa          

Belo Horizonte seduz turistas com seu exuberante cenário e enorme potencial para a cultura e negócios. Sedia eventos de importância internacional, destacando-se como um dos maiores centros industriais da América Latina. A sólida tradição cultural da cidade também a transforma em um interessante centro catalisador das artes. Em Belo Horizonte lazer e negócios estão na medida certa.

Conhecida pelo potencial - seu parque produtivo é o quinto maior da América do Sul -, a capital de Minas Gerais se destaca na indústria automobilística e de autopeças, siderurgia, eletrônica e construção civil. A capacidade instalada pelo setor industrial, aliada às ótimas condições de segurança e conforto, atraem participantes e promotores de grandes eventos empresariais.

Mas o terceiro centro industrial do país não atrai turistas somente a negócios. O lazer, a cultura e o espírito mineiro se abraçam e pulsam na capital. Não é para menos: a cidade está estrategicamente localizada na porção central do Estado. O clima agradável, belas paisagens, a arquitetura eclética e a proximidade com importantes cidades turísticas mineiras completam o amplo mosaico oferecido. Ouro Preto, Mariana, Sabará, Congonhas e Caeté dão uma idéia de quão rico pode ser um passeio a Belo Horizonte.

História, folclore e tradições mineiras à parte, Belo Horizonte criou também uma identidade própria, cosmopolita e rica em alternativas de lazer, dignas de uma metrópole. Considerada a cidade brasileira com maior número de bares por habitante, sua noite oferece opções para os mais variados estilos, seja a badalação ou a gastronomia de qualidade internacional. O grande número de festivais de dança, teatro, circo, além das freqüentes exposições, transformam Beagá, como é chamada por seus moradores, em um coquetel cultural. Desista de desvendá-la totalmente em uma única visita. É preciso voltar, voltar, voltar sempre à Belo Horizonte!
         
Av. Afonso Pena, altura da praça Tiradentes

Vista da cidade (mirante do Mangabeiras)

Os engenheiros responsáveis pelo projeto da cidade previam que, ao completar 100 anos, Belo Horizonte teria uma população de 200 mil habitantes. Hoje, passado o centenário de sua fundação, Beagá possui mais de dois milhões.

Os ideais positivistas, que norteavam a jovem república do final do séc. XIX, imprimiram profundas mudanças no país. "Ordem e progresso" sintetizava um novo referecial e não demorou para que os mineiros imaginassem para si uma nova capital, mais condizente com a grandeza do Estado. Seria um contraponto à antiga, anacrônica, colonial e imperial Vila Rica (Ouro Preto), que com suas apertadas ladeiras e casarios centenários parecia comprimir as impetuosas esperanças republicanas. Além disso, o sonho de uma nova capital era antigo, acalentado já na época da inconfidência.

Afonso Pena e Bias Fortes, sentados, da esquerda para a direita (respectivamente). Entre eles está Aarão Reis, de pé

Inauguração da Cidade de Minas (1897)

Bonde da primeira metade do séc. XX (Museu Abílio Barreto)          

Após longas discussões e acalorados debates no Congresso Mineiro, ficou definido, em 17 de dezembro de 1893, que o local mais adequado para se construir a capital do Estado de Minas Gerais era a região do Curral Del'Rei, já habitada desde os primórdios do séc. XVIII. A capital, inicialmente chamada de "Cidade de Minas", foi inaugurada no dia 12 de dezembro de 1897 por Bias Fortes, presidente de Minas (1894-98).

A primeira cidade planejada do país foi construída a partir de uma concepção urbanística elaborada pelo engenheiro paraense Aarão Reis. Ele queria enfatizar a modernidade e a desenhou prevendo separar os setores urbano e suburbano, delimitados pela avenida do Contorno. Grandes avenidas, ruas largas, quarteirões simétricos, um parque central... Tudo que lembrasse Paris, Washington, e colocasse Belo Horizonte entre as grandes cidades do mundo. A realidade foi maior que o sonho e muitas previsões estavam erradas. A cidade cresceu além do esperado.

Inspirados por um belo horizonte que alimentava sonhos, os habitantes pediram ao Governo Provisório do Estado que mudasse oficialmente o nome "Cidade de Minas" para "Belo Horizonte". A mudança só ocorreu em 1906, através de um decreto expedido pelo então governador João Pinheiro da Silva.

Voltemos pois à história do antigo Curral Del'Rei. O primeiro habitante foi o bandeirante João Leite Ortiz, que fundou a Fazenda do Cercado no início do séc. XVIII. Em função do grande número de escravos que possuía, Ortiz não perdeu a oportunidade de explorar os córregos auríferos que ali existiam. Não encontrou muita coisa. Mesmo assim se fixou na região, rica em belas paisagens e com terra boa para a agricultura. Pouco a pouco um pequeno arraial se formou, apoiado na lavoura e no trânsito constante de tropeiros. A Freguesia Eclesiástica do Curral Del'Rei foi confirmada por Ordem Régia em 1750.

Parauna, Barbacena, Juiz de Fora, Várzea do Marçal e Curral Del'Rei concorriam ao posto de capital do Estado, que até então era de Vila Rica, atual Ouro Preto. Havia grupos que defendiam a permanência da capital de Minas em Vila Rica (os "não-mudancistas"), pois desta forma existiriam menos despesas. Contudo, a mudança da capital teve importante papel na preservação histórica da cidade de Ouro Preto. A ilustre Vila Rica certamente teria suas relíquias e santuários destruídos em função do progresso.
         
Antiga rua do Capão (Curral Del'Rei). Igreja da Boa Viagem e Serra do Curral ao fundo

Rua da Bahia (1910)

Prédio da Estação Ferroviária

"Belo Horizonte tornou-se o cérebro de Minas; o coração continuou em Ouro Preto."

Augusto de Lima Júnior (governador interino de Minas em 1891)

A escolha de Belo Horizonte se deu principalmente por suas qualidades climáticas e topográficas. Ficou comprovado que o terreno da cidade era mais seco, portanto não necessitava de prévia drenagem. As condições se prestavam a um sistema perfeito de esgotos e águas pluviais. Várzea do Marçal, forte concorrente, enfraqueceu-se em função de suas péssimas condições para construção de rede de esgoto. A área era alagadiça, sujeita a infiltrações, com lençol de água muito superficial.

Em 17 de dezembro de 1893 Afonso Pena, na ocasião presidente de Minas Gerais (1892-94), promulgou a lei que designava Belo Horizonte para ser a capital do Estado. O prazo mínimo para a transferência definitiva do governo era de 4 anos. O tempo foi insuficiente e a cidade teve que ser inaugurada às pressas, ainda poeirenta e com prédios a construir. Sua consolidação levou anos. Mudar uma capital realmente é uma obra colossal!

Um projeto modernizador, arrojado, que rompesse radicalmente com o passado colonial. As aspirações da nova república inspiraram os contornos da futura capital de Minas. Isto na virada para o séc. XX. Um novo tempo nasceria junto com uma nova cidade, combinando a solidez natural das montanhas e a rigidez humana dos edifícios; a fluídez das paisagens mineiras e a leveza de parques e alamedas.

Igreja de São Francisco de Assis (Pampulha), projetada por Niemeyer

Edifício Niemeyer, na Praça da Liberdade Edifício Acaiaca, no centro da cidade

Palácio da Liberdade, sede do governo de Minas Gerais          

O período de instalação e consolidação da Cidade de Belo Horizonte ocorreu entre 1894 e 1930. A "belle époque" européia colocava a França como modelo privilegiado do bom gosto, ostensivamente copiada nos mais diferentes aspectos (moda, costumes, arquitetura...). Enquanto a capital da república, Rio de Janeiro, era colocada abaixo para a reestruturação de seu centro urbano, Belo Horizonte já nascia transpirando contemporaneidade e ecletismo.

Desde sua inauguração, em 1897, passou a revelar motivos neoclássicos, neo-românicos e neogóticos. Aos elementos da arquitetura greco-romana foram incorporados modismos que caracterizaram a década de 20, como o primado geométrico do art-déco. A influência européia também pode ser percebida nos inúmeros espaços públicos e praças. Arquitetos franceses, mestres de obras e operários italianos representam boa parte da mão de obra que construiu a cidade.

O crescimento vertical de Beagá começou na década de 30, quando surgiram as primeiras firmas de concreto. A partir de 1935, em virtude das profundas mudanças vividas pelo Brasil, inclusive na política industrial, a cidade passou por um processo acelerado de desenvolvimento urbano. Não era mais possível conter a capital. Nesta época, as construções que sempre acompanhavam a Avenida do Contorno se tornaram mais dispersas do plano original.

O arquiteto italiano Raffaello Berti teve fundamental importância na arquitetura da cidade. Apesar de não poder assinar seus projetos, em decorrência da legislação que negava a autoria a profissionais estrangeiros, atribui-se a ele obras arquitetônicas como a Prefeitura Municipal, a sede do Minas Tênis e a Santa Casa de Misericórdia.
         
Igreja N. Sra. de Lourdes Catedral N. Sra. da Boa Viagem

No início da década de 1940, o então Prefeito Juscelino Kubitschek trouxe a Belo Horizonte o urbanista francês Agache. O objetivo era urbanizar a região da Pampulha, com sua lagoa artificial. A confecção do conjunto arquitetônico contou com a participação do arquiteto Oscar Niemeyer, do paisagista Burle Marx, do pintor Cândido Portinari e dos escultores Alfredo Ceschiatti, Zamoiski e José Pedrosa. A Pampulha é considerada um marco da arquitetura moderna. Niemeyer e Belo Horizonte conseguiram projeção internacional a partir da construção do Conjunto Arquitetônico da Pampulha.

Um projeto modernizador, arrojado, que rompesse radicalmente com o passado colonial. As aspirações da nova república inspiraram os contornos da futura capital de Minas. Isto na virada para o séc. XX. Um novo tempo nasceria junto com uma nova cidade, combinando a solidez natural das montanhas e a rigidez humana dos edifícios; a fluídez das paisagens mineiras e a leveza de parques e alamedas.

Igreja de São Francisco de Assis (Pampulha), projetada por Niemeyer

Edifício Niemeyer, na Praça da Liberdade Edifício Acaiaca, no centro da cidade

Palácio da Liberdade, sede do governo de Minas Gerais          

O período de instalação e consolidação da Cidade de Belo Horizonte ocorreu entre 1894 e 1930. A "belle époque" européia colocava a França como modelo privilegiado do bom gosto, ostensivamente copiada nos mais diferentes aspectos (moda, costumes, arquitetura...). Enquanto a capital da república, Rio de Janeiro, era colocada abaixo para a reestruturação de seu centro urbano, Belo Horizonte já nascia transpirando contemporaneidade e ecletismo.

Desde sua inauguração, em 1897, passou a revelar motivos neoclássicos, neo-românicos e neogóticos. Aos elementos da arquitetura greco-romana foram incorporados modismos que caracterizaram a década de 20, como o primado geométrico do art-déco. A influência européia também pode ser percebida nos inúmeros espaços públicos e praças. Arquitetos franceses, mestres de obras e operários italianos representam boa parte da mão de obra que construiu a cidade.

O crescimento vertical de Beagá começou na década de 30, quando surgiram as primeiras firmas de concreto. A partir de 1935, em virtude das profundas mudanças vividas pelo Brasil, inclusive na política industrial, a cidade passou por um processo acelerado de desenvolvimento urbano. Não era mais possível conter a capital. Nesta época, as construções que sempre acompanhavam a Avenida do Contorno se tornaram mais dispersas do plano original.

O arquiteto italiano Raffaello Berti teve fundamental importância na arquitetura da cidade. Apesar de não poder assinar seus projetos, em decorrência da legislação que negava a autoria a profissionais estrangeiros, atribui-se a ele obras arquitetônicas como a Prefeitura Municipal, a sede do Minas Tênis e a Santa Casa de Misericórdia.
         
Igreja N. Sra. de Lourdes Catedral N. Sra. da Boa Viagem

No início da década de 1940, o então Prefeito Juscelino Kubitschek trouxe a Belo Horizonte o urbanista francês Agache. O objetivo era urbanizar a região da Pampulha, com sua lagoa artificial. A confecção do conjunto arquitetônico contou com a participação do arquiteto Oscar Niemeyer, do paisagista Burle Marx, do pintor Cândido Portinari e dos escultores Alfredo Ceschiatti, Zamoiski e José Pedrosa. A Pampulha é considerada um marco da arquitetura moderna. Niemeyer e Belo Horizonte conseguiram projeção internacional a partir da construção do Conjunto Arquitetônico da Pampulha.

Belo Horizonte possui uma rica produção artística e cultural. A cidade agrada aos amantes das artes plásticas, da música, do teatro, da dança e da literatura. Seus atrativos culturais estão espalhados por toda parte e alternativas para diversão não vão faltar.

Desde cedo a capital já demonstrava sua aspiração. Corria a década de 1920 quando jovens poetas, que ansiavam mudanças, se incorporaram ao ritmo frenético da Rua da Bahia, na época a principal via da cidade. Era o fio que unia a estação ao palácio do governo. Carlos Drummond de Andrade, Pedro Nava, Milton Campos, Gustavo Capanema e Emílio Moura lançaram em 1925 "A Revista", inserindo "Beagá" no compasso dos modernistas de São Paulo e Rio de Janeiro. Depois vieram outras gerações, outras tendências. Sucederam a estes Fernando Sabino, Otto Lara Resende, Paulo Mendes Campos, Hélio Pellegrino...

Hoje, muitos nomes da cultura nacional, reconhecidos até internacionalmente, tiveram como berço Belo Horizonte. Na música Milton Nascimento e seu Clube da Esquina, Skank, Pato Fu, Sepultura, Coral Ars Nova... Na dança Grupo Corpo; no teatro Grupo Galpão, Companhia Giramundo de Bonecos; nas artes plásticas a Escola Guignard... São muitos os expoentes mineiros.
         
Museu Mineiro

Museu de História Natural da UFMG

Centro de Cultura de BH

Algumas companhias de dança - como o Grupo Corpo e 1º Ato - são reconhecidas no Brasil e no exterior. Incluem a Europa, América do Sul e América do Norte em suas temporadas e colecionam prêmios. O Grupo Galpão também possui merecido destaque, encantando platéias em todo o mundo. Já o teatro de bonecos do Giramundo cria um universo de fantasia que seduz crianças de todas as nacionalidades. A banda Sepultura, na estrada há mais de 20 anos, tem justo espaço no mercado internacional. O mesmo aconteceu com a mineira Patu Fu, selecionada pela revista "Time" como uma das 10 melhores bandas do mundo.

Beagá exporta e importa cultura. Artistas do mundo inteiro visitam a capital mineira, que realiza durante o ano inúmeros festivais internacionais, com destaque para o de teatro e o de dança. Esta riqueza manifestativa transformou Belo Horizonte no mais novo pólo cultural do Brasil, aliada a uma agitada vida noturna e propensão natural para os negócios.

A forte vocação para o comércio e prestação de serviços se reflete também na cultura. A Feira de Artesanato que ocorre nas manhãs de domingo, na av. Afonso Pena, bem no centro, é a maior do gênero em espaço aberto da América Latina. Possui mais de três mil expositores, reunindo aproximadamente 50 mil visitantes por semana e gerando mais de 18 mil empregos. O turista tem na feira um autêntico encontro com o artesanato e a culinária típica, expressões da grande riqueza cultural verificada no Estado.
         
Museu de Artes e Ofícios, na Praça da Estação

Palácio das Artes

Belo Horizonte conta com uma infra-estrutura de 36 teatros, 54 salas de cinema e mais de 30 galerias de arte. Além disso, 18 museus recontam a vida da capital mineira e do Estado de Minas Gerais, expondo objetos que muito importam à historiografia nacional.

Para manifestar a cultura, todos os espaços disponíveis são aproveitados. Os parques, além do contato que proporcionam com a natureza, são uma ótima opção para quem curte música e teatro. A prefeitura realiza concertos no Parque Municipal e no Parque das Mangabeiras. Na Praça da Liberdade existem dias reservados para a apresentação de corais. Afinal, ar puro e conhecimento fazem bem à saúde!

Cercada pela Serra do Curral, Belo Horizonte oferece excelentes condições para a prática do ecoturismo. Além disso, a cidade conta com uma estrutura de 27 parques e diversas áreas verdes.

O Parque Municipal Américo Renné Giannetti, inaugurado em 1897, demonstra que desde seu início a cidade se preocupou em proporcionar espaços que pudessem colocar as pessoas em contato direto com a natureza. O Parque das Mangabeiras, projetado pelo paisagista Burle Marx e inaugurado em 1982, é um dos maiores parques urbanos do país. Possui 3 milhões de metros quadrados.

O desenvolvimento econômico de Belo Horizonte levou em consideração a preservação do meio ambiente. Em conseqüência disso, a capital de Minas exibe o título de "Cidade Modelo da Área Ambiental". Basta dizer que o percentual de área verde por habitante está acima do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). As praças (cerca de 500) e ruas concentram aproximadamente 560 mil árvores, número que sobe para 2 milhões quando considerados os parques e áreas de preservação.

Parque Municipal Américo Renné Giannetti

Museu de História Natural da UFMG

Lagoa da Pampulha

Os arredores também revelam bastante surpresas. Munícipios com forte potencial de ecuturismo, vários hotéis-fazenda e dois importantes parques nacionais estão próximos à capital. O que dizer da paradisíaca Serra do Cipó, a apenas 100 quilômetros. Ou do parque do Caraça, refúgio da natureza e de muitas histórias. Macacos, um distrito da cidade vizinha de Nova Lima, atrai muitos belo-horizontinos, principalmente nos finais de semana. Rio Acima (com suas cachoeiras), Lavras Novas (distrito de Ouro Preto), Caeté (e a famosa Serra da Piedade)... Não faltam alternativas para os aventureiros.

A capital de Minas se destaca por sua capacidade de sediar congressos, seminários, encontros e festivais. Possuindo uma economia bastante desenvolvida, a cidade já foi sede de importantes eventos internacionais como a Ecolatina, Encontro das Américas e Encontro Econômico Brasil - Alemanha.

Um grande número de importantes eventos ocorrem em Belo Horizonte. Referência na moda, paraíso das compras, centro de comercialização de pedras preciosas, um dos maiores centros industriais do país... A tecnologia de ponta convive com as obras de arte barrocas, encontradas à venda nos antiquários. Tudo isso chama a atenção dos negócios, os mais variados. O turismo de negócios é bastante explorado, tendo em vista a eficiente infra-estrutura para sediar convenções. Afinal a cidade conta uma excelente rede hoteleira, restaurantes requintados, centros de convenções, aeroportos e vida noturna. Não podemos esquecer a hospitalidade mineira!

BH, paraíso das compras

Minascentro (Centro de Convenções)

A sinalização internacional de Belo Horizonte facilita o deslocamento de turistas, identificando e dando visibilidade especial aos atrativos turísticos locais. A sinalização trilingüe é de essencial importância no processo de internacionalização da cidade e na expansão cada vez mais satisfatória do turismo de lazer e de negócios.
Sinalização turística no bairro Mangabeiras

Av. Afonso Pena, principal via do centro de BH          

O Encontro Econômico Brasil - Alemanha, ocorrido em 1999, discutiu relações comerciais entre a União Européia e o Mercosul; despertou mais uma vez as atenções para o potencial do turismo de negócios na cidade. A posição de quinta metrópole nacional, com economia pujante, também influencia o aporte de novos capitais e investimentos. O PIB de Minas supera US$59 bilhões (2000), correspondente a 8% do PIB brasileiro. Os setores construção civil, siderurgia, mineração, eletroeletrônica, automobilística e de autopeças se destacam. A indústria de calçados é bastante relevante. Somente no eixo BH - Contagem são produzidos 350 mil pares todos os dias.

Economia expressiva, tecnologia, localização, infra-estrutura, qualidade de vida... Belo Horizonte combina potencial de crescimento e lazer. Concentra os ingredientes essenciais para a consolidação de bons negócios em Minas Gerais e no Brasil. Sua capacidade, de padrão internacional, proporciona aos empresários boas oportunidades.

A noite em Belo Horizonte é bastante agitada. A cidade tem a maior relação bares por habitante do Brasil. As alternativas de entretenimento vão desde shows, festas e boates - passando por bingos, diversões eletrônicas e videokês - até chegar à mais tradicional música ao vivo, banquinho e violão, MPB da mais pura qualidade.

É extensa a lista de personalidades (gerações de artistas e intelectuais) que atestam a tradição boêmia da noite belo-horizontina. São versos e mais versos apaixonados, trovas elouquentes...

A velha zona boêmia se concentra no centro da capital. Mistura um certo ar decadente, que acaba por temperar novas perspectivas. Hoje pode-se dizer que a noite na cidade é bem diversificada e espalhada. Savassi-Funcionários, São Pedro, Anchieta-Sion, Santa Teresa, Mangabeiras, São Bento, Santo Antônio, Lourdes e Serra são excelentes opções.

Os empresários investem cada vez mais na noite da capital

A aconchegante noite belo-horizontina

A região da Savassi é um ponto tradicional e até hoje mantém a vitalidade. Lá se concentram diversos bares, restaurantes, choperias e cafeterias. Muitos jovens se reúnem no domingo para acompanhar partidas de futebol e aproveitar um papo descontraído, entre uma paquera e outra, é claro. Há também a região da Seis Pistas, onde se concentram bares e boates. A Pampulha desponta com novas alternativas, tendo como cenário o espelho d'água da lagoa.
Os ambientes temáticos ganham espaço e agradam ao público
         

Restaurantes e bares temáticos invadem as esquinas dos bairros mais badalados. Belo Horizonte satisfaz plenamente ao turista, seja qual for sua intenção. Um jantar à luz de velas, um ambiente erudito, tranquilo, sofisticado. Ou então, quem sabe, uma noite agitada, com muito som, gente, cores e sabores, até mesmo beirando ao rústico e/ou popular. A noite promete, em todos os sentidos.

Outros bairros que se destacam pelo lazer noturno são o Santo Antônio, onde se localizam alguns bares tradicionais, e o São Pedro, ao lado da Savassi. Neste último há cafés, restaurantes, pubs, bares com pista para dança e choperias. Viver a noite de Belo Horizonte é uma experiência singular.
 

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